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Conheça os 9 perfis mais comuns de empreendedores brasileiros

Como você se define como empreendedor? Apaixonado, pragmático, antenado ou empolgado? Uma pesquisa da Endeavor revela os nove perfis mais comuns dos empreendedores brasileiros.

O estudo, realizado com cerca de três mil empresários, futuros e potenciais empreendedores, mostrou que os negócios abertos por oportunidade foram superiores aos abertos por necessidade, o que aponta que o brasileiro já não enxerga abrir um negócio próprio como opção caso não encontre um bom emprego, mas sim como opção de crescimento e independência financeira.

Em geral, a pesquisa revela que os empreendedores com funcionários – que representam apenas 4% da população brasileira – são o perfil mais desenvolvido social e economicamente, independente do dado analisado. Possuem, por exemplo, a maior renda individual e familiar e o mais alto nível de escolaridade – 24% deles completou o ensino superior, enquanto a média dos empreendedores brasileiros é de 16%. Além disso, se utilizam de fontes de informação mais variadas do que o restante da população.

Um dado comum entre todos os perfis de empreendedor é o grande déficit educacional. Entre os quatro maiores problemas enfrentados pelos empreendedores brasileiros, três estão ligados à falta de conhecimento, principalmente nos quesitos: gestão de pessoas, fluxo de caixa e como administrar um negócio. Somado a isso, muitos empresários acreditam que o empreendedorismo é algo intrínseco às pessoas e, portanto, colocam o preparo em segundo plano.

Perfis de empreendedores

Conheça os nove perfis identificados pela pesquisa divididos em três grupos, como formais, informais e potenciais:

Desbravador:

quer empreender para ganhar mais dinheiro, mas não possui experiência e renda. Demanda conteúdo básico e prático sobre diversos temas, como finanças pessoais.

Empolgado:

quer empreender para ter mais independência pessoal. É mais jovem do que a média e possui interesse em educação à distância e conteúdo inspiracional.

Provedor:

composto principalmente por mulheres e pessoas mais velhas, com baixa escolaridade e renda pessoal. Neste caso, são necessários engajamentos através de eventos locais ou na comunidade e conteúdos mais simples.

Apaixonado:

a maioria é mulher, entre 25 e 35 anos. Em geral, possui empresas nas áreas de saúde, estética e venda de acessórios. Enfrenta dificuldades burocráticas e falta de investimento. Poderia se beneficiar de cursos sobre acesso a capital, inovação e networking.

Antenado:

geralmente jovem e com maior renda familiar. Enfrenta obstáculos de conhecimento e investimento. Necessita de mentoring e coaching, além de ajuda com recursos humanos.

Independente:

empreendedor mais maduro e estável. Não acessa muito a internet, portanto precisa de conteúdo por meio de revistas e ou jornais. Para resolver problemas financeiros, requer educação sobre linhas de financiamento e oportunidades de acesso a capital.

Arrojado:

a maioria é homens com maiores rendas pessoal e familiar. Para crescer, precisaria de ajuda sofisticada e mentoring/networking com especialistas para resolver problemas de conhecimento empresarial, obstáculos financeiros e pessoais.

Pragmático:

escolaridade mediana, se comparada a empreendedores informais em geral. Trabalha sozinho e utiliza muito a internet e redes sociais. Para aumentar o baixo faturamento anual e a falta de investimento, carece de conteúdo bem prático e inspiracional, preferencialmente on-line.

Lutador:

empreendedor com mais idade e menor escolaridade, que abriu o negócio por necessidade. Não costumam acessar a internet, demandando mais conteúdo através da televisão e de cursos básicos em gestão de negócios.

Fonte: MSN

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